Princesa, almejo eu está a sós contigo. Mui grande é o prazer de ter-te, tal amável companhia é cúmplice da minha felicidade. O coração transborda de alegria por teu instinto galante que, como o vento, suaviza o momento.
Tua cútis celestial, assim como as pétalas de rosa, reluz a fragrância a ambiente que, se outrora execrável torna-se afável. Ela, habitat de maciez em abundância – em plena carne.
Os lábios, ao latejar, levam corações ao palpitar de um desejo veemente de poder com os lábios envolve-los em vê-los sedutores e palpitantes.
Ó, amada princesa, que das mais divinas estatuas que deslumbram, a mais bela. Almejo-te com ardor por razão da tua tão fúlgida beleza divina.
(Alberto Tancredo)

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