Liberto,
liberto a poesia que, infinitamente, é livre,
liberto o sorriso,
os olhos,
os pensamentos,
o coração,
nada de mim escraviza-se,
nada se prende,
minha canção soa suave,
minha poesia voa pelas nuvens,
meus versos inspiram-se pela luz da Lua,
meus olhos prendem-se somente ao brilho da Grande mãe da Noite,
meus caminhos guiam-se pela direção das estrelas,
meu respirar inspira os ares do amanhecer,
meus passos vão aonde eu busque inspiração,
meus calcanhares não aceitam bolas de ferro,
minhas mãos usam anéis, jamais algemas,
...
minha boca gosta de palavras e beijos macios, como o beija-flor que se alimenta nas flores,
meus ouvidos preferem sons suaves, como o canto matutino dos pássaros,
gosto do toque que me toca, como o pêlo macio dos felinos,
gosto dos olhos que brilham, como os bichos da mata à noite,
gosto dos sorrisos iluminados, como dos pirilampos que brincam na floresta,
gosto dos gestos sutis, como os gaviões que lançam-se aos céus em suas caçadas,
escrevo o que sinto, no que gosto,
essas poucas gotas de chuva que caem nessa tarde de primavera,
vieram buscar-me e libertar minha poesia, que escondia-se atrás de algumas nuvens,
...estou em mim, em meus versos, em minha vida,
não como pronome possessivo,
mas como existência e essência da própria vida,
essa vida hereditária, de marcas, de histórias, de sangue,
de sorrisos, de lágrimas, de pausa, de dança,
de movimento, de liberdade.
liberto a poesia que, infinitamente, é livre,
liberto o sorriso,
os olhos,
os pensamentos,
o coração,
nada de mim escraviza-se,
nada se prende,
minha canção soa suave,
minha poesia voa pelas nuvens,
meus versos inspiram-se pela luz da Lua,
meus olhos prendem-se somente ao brilho da Grande mãe da Noite,
meus caminhos guiam-se pela direção das estrelas,
meu respirar inspira os ares do amanhecer,
meus passos vão aonde eu busque inspiração,
meus calcanhares não aceitam bolas de ferro,
minhas mãos usam anéis, jamais algemas,
...
minha boca gosta de palavras e beijos macios, como o beija-flor que se alimenta nas flores,
meus ouvidos preferem sons suaves, como o canto matutino dos pássaros,
gosto do toque que me toca, como o pêlo macio dos felinos,
gosto dos olhos que brilham, como os bichos da mata à noite,
gosto dos sorrisos iluminados, como dos pirilampos que brincam na floresta,
gosto dos gestos sutis, como os gaviões que lançam-se aos céus em suas caçadas,
escrevo o que sinto, no que gosto,
essas poucas gotas de chuva que caem nessa tarde de primavera,
vieram buscar-me e libertar minha poesia, que escondia-se atrás de algumas nuvens,
...estou em mim, em meus versos, em minha vida,
não como pronome possessivo,
mas como existência e essência da própria vida,
essa vida hereditária, de marcas, de histórias, de sangue,
de sorrisos, de lágrimas, de pausa, de dança,
de movimento, de liberdade.
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